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terça-feira, 27 de abril de 2010

Vandroya - Discografia Comentada

Vandroya foi formado em 2001 na cidade de BaririSão Paulo, somente com a intenção de se fazer cover de bandas de Heavy e Progressive Metal. A fusão desses estilos é justamente o gênero da banda. Sua formação atual consiste em: Daisa Munhoz nos vocais, e tem um belo vocal (não é à toa que ela se faz presente no poderoso Metal Opera 100% brasileiro Soulspell), Marco Lambert na guitarra, Daniel Manso na outra guitarra, Tozzi Junior no baixo, Otávio Nuñez nas baquetas e Kamila Fernandes nos teclados. Pelo menos essa é a formação atual.
A maioria dos integrantes era das chamadas "bandas de baile", e tocar Heavy Metal não passava de um hobby. Mas não demorou muito, e logo o projeto começou a ser levado a sério.
Nos dois anos seguintes a sua formação, os caras ficaram se apresentando em vários eventos, bares e casas de show, e foi exatamente nessa época que o Vandroya começou a ser encarado com ainda mais seriedade pelos integrantes, uma vez que onde quer que eles fizessem os concertos, a aceitação do público era grande.
No ano de 2004, o projeto de composição musical da banda iniciou-se. Porém, no fim daquele ano, o baterista Marcelo Alem deixa a banda, cedendo lugar a Denis Ciani, que foi de fundamental importância para os rumos musicais da banda.
Com isso, em 2005 sai seu infelizmente único trabalho até agora, a fodástica demo "Within Shadows". Sim, é apenas uma demo, mas essa demo é de qualidade, e suas duas únicas músicas são excelentes. A primeira, "Within Shadows", tem uma pegada forte de Heavy e Progressive Metal, com solos rápidos e melodia firme. No meio da música é interessante perceber a marca brasileira que os caras deixaram na música, com batuques e tudo mais. A segunda, "Why Should We Say Goodbye?", é apenas uma balada, mas uma balada bonita e bem feita. A demo mostra bem como a banda é promissora, e o Brasil realmente precisa exportar bandas de vocal feminino, o que é muito escasso aqui!
Nos anos seguintes, 2006 e 2007, houve alterações na formação da banda: o baixista André Botton deixa a banda por motivos particulares, cedendo lugar a Giovane Perlati. O importante baterista Denis Ciani também deixa a banda, e em seu lugar entra Otávio Nuñes, e em 2007, o guitarrista Rodolfo Pagotto e o baixista recém-chegado Giovani Perlati também deixam a banda, cedendo lugar a Daniel Manso (ex-Fairytale) e Tozzi Junior (ex-Timeless), respectivamente. E essa foi a formação da banda até então.
Desde 2008 dizia-se que o Vandroya estava em processo de pré-produção de seu debut, se preparando para a gravação de seu CD completo, que estava previsto pra sair no segundo semestre de 2008. Mas ele nunca chegou a sair. Nesse meio tempo, Rodolfo Pagotto e Giovani Perlati voltaram à banda e os trabalhos para o debut continuaram firmes e fortes.
Sometem em janeiro de 2013 é que o debut "One" foi lançado! Eu fiquei em uma expectativa de quase 6 anos aguardando esse trabalho, mas finalmente ele sai. Enfim, eu tive bastante expectativa e não sei se isso interferiu no meu julgamento do disco. Antes de ouvir, acabei lendo umas resenhas por aí que são tanto positivas quanto negativas, na mesma postagem. Então fui, mesmo que ainda com a mesma expectativa, ouvir direitinho o álbum que alguns se desiludiram, mas que ao mesmo tempo gostaram.
De fato, o álbum está foda! Está mesmo! Uma das melhores obras brasileiras de Power Metal que eu ouvi nos últimos tempos. As músicas são fortes, muito bem compostas, os solos são alucinantes e rápidos e a voz da Daísa Munhoz dispensa comentários. O melhor de tudo é que não é aquele Power Metal típico, mas algo ao mesmo tempo próprio e inspirado em outras bandas do gênero que têm identidade própria, ofuscando um pouco a própria identidade. É muito claro, de fato, que o Vandroya se inspira em bandas brasileiras, principalmente o Angra, algo entre o EP "Hunters and Prey" e o álbum "Temple of Shadows", além de uma influência do Avantasia à época dos dois "The Metal Opera". Como li em algum lugar, o próprio nome do conjunto remonta a um personagem do Avantasia, o Lugaid Vandroy.
Claro, isso não pode de modo algum ofuscar completamente a beleza desse trabalho que, apesar de não acrescentar absolutamente nada ao gênero  fiquei muito feliz pelo resultado. A faixa "Within Shadows" sofreu alguma modificação, eu ainda prefiro a versão demo, e "Why Should We Say Goodbye?" também ganhou uma versão com guitarras, mais firme, e uma apenas em piano e voz, presente no fim do disco. Outro detalhe legal é que a faixa "Change The Tide" é em dueto com o ótimo vocalista Leandro Caçoilo, vocalista do Seventh Seal. Com certeza, uma banda promissora para o futuro do Heavy Metal brasileiro!


 Within Shadows (Demo) (2005)

01 - Within Shadows
02 - Why Should We Say Goodbye?

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 One (2013)

01 - All Becomes One
02 - The Last Free Land
03 - No Oblivion For Eternity
04 - Within Shadows
05 - Anthem (For The Sun)
06 - Why Should We Say Goodbye?
07 - Change The Tide
08 - When Heaven Decides To Call
09 - This World of Yours
10 - Solar Night
11 - Why Should We Say Goodbye? (Piano Version)

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sábado, 24 de abril de 2010

Týr - Discografia Comentada

Týr é uma fodástica banda de Viking/Folk Metal que surgiu em janeiro de 1998, em Runavík, nas Ilhas Faroe, que são um conjunto de ilhas autônomas à Dinamarca, onde eles têm sua própria língua, seu próprio governo, seus próprios costumes.
Antes do Týr, o vocalista e guitarrista Heri Joensen e o baixista Gunnar H. Thomsen haviam formado uma banda juntos, chamada Cruiser, quando tinham dezessete anos. O baterista Kári Streymoy também chegou a tocar com eles por um tempo. Depois alteraram o nome para "Wolfgang", mas eles nunca chegaram a lançar álbum. A banda ainda está ativa, mas sem novidades, apenas uma quantidade de músicas que, de acordo com Joensen, "estão prontas para serem lançadas".
Depois de algum tempo, o vocalista e guitarrista Heri Joensen encontrou seu antigo companheiro de banda, o baterista Kári Streymoy, em uma festa em Companhagen, na Dinamarca. Joensen sugeriu que fizessem um som. Inicialmente, Streymoy rejeitou a oferta, mas depois mudou de ideia. Depois de mais um tempinho, o baixista Gunnar H. Thomsen se juntou ao grupo, fazendo da dupla um trio.
Com isso, começaram a fazer música pesadamente inspirada em Mitologia Nórdica, músicas tradicionais faroesas e Heavy Metal em geral. Suas músicas misturam inglês com faroês, o que é muito interessante e foda! De acordo com o vocalista e guitarrista Heri Joensen, "A missão musical do Týr é derrubar as paredes erguidas entre todos os tipos de Metal que nasceram através dos anos. Power, Doom, Black, Progressive, Gothic, Viking, Folk, Ethnic e Epic Metal. Paredes e rótulos não fazem nada além de encher as pessoas com preconceito.", o que não é mentira, de certo modo.
Em 2000 os caras lançaram uma demo com Pól Arni Holm no vocal e Jón Joensen (irmão de Heri Joensen) na segunda guitarra, o que se estendeu até seu primeiro álbum, o ótimo "How Far To Asgaard", lançado em 2002. Após o lançamento do debut, ambos os dois saíram da banda.
O guitarrista Terji Skibenæs entrou na banda após a saída de Jón Joensen, e Allan Streymoy (irmão de Kári Streymoy) assumiu os vocais para a single "Ólavur Riddararós", de 2002. Depois do lançamento da single, Allan deixou a banda, e Heri Joensen, além da guitarra, assumiu o vocal, definitivamente. Com esse line-up, lançaram em 2003 o fodástico "Eric The Red".
Terji Skibenæs deixou a banda por um tempo após o lançamento do segundo álbum, e a banda tocou como um trio durante esse tempo. Em 2004, o guitarrista islandês Ottó P. Arnarson entrou na banda, mas ficou por pouco tempo. Assim que ele saiu, Terji Skibenæs voltou.
Seu próximo álbum é, na minha humilde opinião, o melhor! Trata-se do excelente "Ragnarok", lançado em 2006!
Após dois anos, lançam mais um álbum, o excelente "Land". Nesse mesmo ano de 2008, houve uma controvérsia: o Týr e outras bandas que tocariam no evento de Folk Metal chamado Paganfest foram sujeitos a acusação de serem nazistas, racistas e fascistas pelo BIFFF alemão, um instituto de Berlim para pesquisa do Fascismo e A Ação Anti-Fascista, acusação movida por um sujeito chamado Peter Kratz. Ville Sorvali do Moonsorrow e Heri Joensen do Týr fizeram um vídeo argumentativo para refutar as acusações, dizendo que de modo algum as bandas estão conectadas a esse tipo de assunto, e que são contra o nazi-fascismo. O fundamento da acusação é porque alguns símbolos do folclore nórdico foram usados por grupos nazistas, o que gerou a confusão. Pra mim, em outras palavras, isso tem nome: ignorância. Sem mais. No mais, o problema foi resolvido!
Em 2009, "By The Light of The Northern Star" foi lançado (com uma linda capa, diga-se de passagem), além de um álbum split com as bandas Alestorm (Pirate Metal - Escócia) e Heidevolk (Viking/Folk Metal - Holanda), por eles terem estado em turnê juntos. Mas isso não quer dizer que o álbum seja ao vivo, pois não é. Trata-se apenas de músicas do mais novo trabalho do Alestorm, "Black Sails At Midnight", músicas do novo trabalho do Týr "By The Light of The Northern Star" e o melhor do Heidevolk até aquele momento!
O ano de 2011 traz o álbum "The Lay of Thrym", onde o Týr tem uma performance mais voltada exclusiva e puramente para o Viking Metal, sem influências externas. Uma maior secura (porém, pegada mais firme) na sonoridade é sentida em "Valkyrja", que chegou em 2013. O disco pode ser mais agressivo, menos viking, mais Heavy/Progressive, porém é poderoso. Quando lançado, arrancou extensas e positivas críticas merecidamente, pois é fenomenal. Destaque que os dois covers incluídos aqui (de "Where Eagles Dare", do Iron Maiden e "Cemetery Gates", do Pantera) ficaram estupendos, acima do que esperava-se! Infelizmente, apesar da qualidade do trabalho, ele também marca o primeiro álbum gravado sem Kári Streymoy na bateria. Ele saiu da banda devido a uma lesão que sofreu em 2008 que afetou sua capacidade de tocar o instrumento. George Kollias ficou então com sua vaga para a gravação desse disco.


 Demo (Demo) (2000)

01 - Ormurinn Langi
02 - How Far To Asgaard
03 - God of War
04 - Hail To The Hammer

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 How Far To Asgaard (2002)

01 - Hail To The Hammer
02 - Excavation
03 - The Rune
04 - Ten Wild Dogs
05 - God of War
06 - Sand In The Wind
07 - Ormurinn Langi
08 - How Far To Asgaard

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 Ólavur Riddararós (Single) (2002)

01 - Ólavur Riddarós
02 - Stýrisvølurin

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 Eric The Red (2003)

01 - The Edge
02 - Regin Smiður
03 - Dreams
04 - The Wild Rover
05 - Stýrisvølurin
06 - Ólavur Riddarós
07 - Rainbow Warrior
08 - Ramund Hin Unge
09 - Alive
10 - Eric The Red

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 Ragnarok (2006)

01 - The Beginning
02 - The Hammer of Thor
03 - Envy
04 - Brother's Bane
05 - The Burning
06 - The Ride To Hell
07 - Torsteins Kvæði
08 - Grímur Á Miðalnesi
09 - Wings of Time
10 - The Rage of The Skullgaffer
11 - The Hunt
12 - Victory
13 - Lord of Lies
14 - Gjallarhornið
15 - Ragnarok
16 - The End
17 - Valkyries Flight (Bonus Track)
18 - Valhalla (Bonus Track)

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 Land (2008)

01 - Gandkvæþi Tróndar
02 - Sinklars Vísa
03 - Gátu Ríma
04 - Brennivín
05 - Ocean
06 - Fípan Fagra
07 - Valkyrjan
08 - Lokka Táttur
09 - Land
10 - Hail To The Hammer

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 By The Light of The Northern Star (2009)

01 - Hold The Heathen Hammer High
02 - Tróndur Í Gøtu
03 - Into The Storm
04 - Northern Gate
05 - Turið Torkilsdóttir
06 - By The Sword In My Hand
07 - Ride
08 - Hear The Heathen Call
09 - By The Light of The Northern Star

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 Alestorm, Týr, Heidevolk: Black Sails Over Europe (Split) (2009)

01 - Týr: The Northern Lights
02 - Týr: Hold The Heathen Hammer High
03 - Týr: Northern Gate
04 - Alestorm: That Famous Ol' Spiced
05 - Alestorm: Keelhauled
06 - Alestorm: Wolves of The Sea (Pirates of The Sea Cover)
07 - Heidevolk: Het Bier Zal Weer Vloeien
08 - Heidevolk: Saksenland
09 - Heidevolk: Wodan Heerst
10 - Heidevolk: Naar De Hal Der Gevallenen

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 The Lay of Thrym (2011)

01 - Flames of The Free
02 - Shadow of The Swastika
03 - Take Your Tyrant
04 - Evening Star
05 - Hall of Freedom
06 - Fields of The Fallen
07 - Konning Hans
08 - Ellindur Bóndi Á Jadri
09 - Nine Worlds of Lore
10 - The Lay of Thrym
11 - I (Bonus Track)
12 - Stargazer (Bonus Track)

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 Valkyrja (2013)

01 - Blood Of Heroes
02 - Mare Of My Night
03 - Hel Hath No Fury
04 - The Lay Of Our Love
05 - Nation
06 - Another Fallen Brother
07 - Grindavisan
08 - Into The Sky
09 - Fanar Burtur Brandaljo?
10 - Lady Of The Slain
11 - Valkyrja
12 - Where Eagles Dare (Iron Maiden Cover)
13 - Cemetery Gates (Pantera Cover)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

The Agonist - Discografia Comentada

The Agonist é uma fodástica banda de Melodic Death Metal/Metalcore que surgiu em Montreal, no Canadá, no ano de 2004, sob o nome "The Tempest". Sua formação era inicialmente composta por Alissa White-Gluz (vocal), Danny Marino (guitarras), Chris Kells (baixo) e Simon McKay (bateria).
A banda lançou seu primeiro e excelente álbum em agosto de 2007, e este recebeu o nome de "Once Only Imagined". Após o lançamento de seu primeiro álbum, um vídeo foi lançado, da faixa "Business Suits and Combat Boots", e alcançou a marca de vídeo número 6 do ano de 2007 pela MTV2's Headbanger's Ball. Também em 2007, a vocalista Alissa White-Gluz foi nomeada uma das "mais bonitas garotas do Metal" pela revista Revolver.
A turnê de divulgação de seu primeiro álbum foi extensa, tocando com bandas como God ForbidArsisThe FacelessSonata ArcticaOverkillEpicaVisions of Atlantis e Enslaved.
O segundo álbum da banda veio a ser lançado em março de 2009, e este recebeu o nome de "Lullabies For The Dormant Mind". Um álbum fantástico, que de fato tira o fôlego. Apresenta muita porrada, quebra de andamento e aliamento com trechos mais melódicos e vocais limpos. Tudo feito perfeitamente. É possível notar o Metalcore alicerçado com resquícios de Death MetalGrindcore e Black Metal. Neste mesmo ano, novamente Alissa White-Gluz foi nomeada uma das "mais bonitas garotas do Metal", novamente pela revista Revolver.
Em 2011, um aperitivo do que estaria por vir saiu: o EP "The Escape", apresentando como seria seu próximo trabalho, lançado em 2012, intitulado "The Prisoner". Um álbum foderoso, que apesar de ser um pouco parecido com seu antecessor em determinados momentos, em outros mostra que é bem diferente e inovou, inclusive com guitarras mais melódicas, mesmo em meio aos guturais de Alissa.
Inesperadamente, em 2014 a banda sofreu uma mudança de percurso. Isso porque Alissa veio ganhando grande repercussão mundial ao longo dos anos, chegando inclusive a cantar ao vivo com Kamelot. Os fãs não sabiam, mas algo fantástico estava acontecendo na vida de Alissa naquele ano... até que finalmente foi, de surpresa, anunciada a saída amistosa da vocalista Angela Gossow da maior banda de Melodic Death Metal da atualidade: o Arch Enemy. A substituta também já estava escolhida. Claro, Alissa White-Gluz. Mais impressionantemente ainda, já estavam trabalhando em um novo álbum. Com isso, Angela Gossow passou a ser empresária na banda, enquanto Alissa assumia os vocais e lançava junto a banda um dos melhores álbuns deles, o "War Eternal", ainda em 2014.
Em paralelo, o The Agonist seguiu com uma nova vocalista chamada Vicky Psarakis. Era para a Alissa ficar em ambas as bandas, mas o restante do The Agonist não consentiu com isso. Portanto, os canadenses seguiram com uma nova voz na sua linha de frente, e lançaram a single "Disconnect Me" rapidamente para mostrar do que a talentosa Vicky é capaz. Excelente registro!
De todo, com Alissa White-Gluz ou com Vicky Psarakis, esses caras se mostram competentes, excelentes no que fazem! Não é à toa que conquistaram uma sólida base de fãs e amadureceram bastante no decorrer dos álbuns. Muita porradaria inversões caótica de andamentos durante as músicas são marcas do The Agonist. Banda pra ouvir sem medo.


 Only Once Imagined (2007)

01 - Synopsis
02 - Rise and Fall
03 - Born Dead: Buried Alive
04 - Take A Bow
05 - Trophy Kill
06 - Business Suits and Combat Boots
07 - Memento Mori
08 - Serendipity
09 - Void of Sympathy
10 - Chiaroscuro
11 - Forget Tomorrow


 Lullabies For The Dormant Mind (2009)

01 - The Tempest (The Siren's Song, The Banshees Cry)
02 - And Their Eulogies Sang Me To Sleep
03 - Thank You, Pain
04 - Birds Elope With The Sun
05 - Waiting Out The Winter
06 - Martyr Art
07 - Globus Hystericus
08 - Swan Lake (A Capella)
09 - The Sentient
10 - When The Bough Breaks
11 - Chlorpromazine


 The Escape (EP) (2011)

01 - Lonely Solipsist
02 - The Escape


 The Prisoner (2012)

01 - You're Coming With Me
02 - The Escape
03 - Predator and Prayer
04 - Anxious Darwinians
05 - Panophobia
06 - Ideomotor
07 - Lonely Solipsist
08 - Dead Ocean
09 - The Mass of The Earth
10 - Everybody Wants You (Dead)
11 - Revenge of The Dadaists

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 Disconnect Me (Single) (2014)

01 - Disconnect Me
02 - Perpetual Notion

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 Eye of Providence (2015)

01 - Gates of Horn and Ivory
02 - My Witness, Your Victim
03 - Danse Macabre
04 - I Endeavor
05 - Faceless Messenger
06 - Perpetual Notion
07 - A Necessary Evil
08 - Architects Hallucinate
09 - Disconnect Me
10 - The Perfect Embodiment
11 - A Gentle Disease
12 - Follow The Crossed Line
13 - As Above, So Below

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Warlock - Discografia Comentada

O Warlock é uma banda de Heavy Metal, criada em 1983 na Alemanha. O conjunto trazia influências da NWOBHM como Iron Maiden e Judas Priest e também de bandas de Metal alemão como Scorpions e Accept. O line-up consistia em Peter Szigeti (guitarra), Rudy Graf (guitarra), Frank Rittel (baixo), Michael Eurich (bateria) e ela Doro Pesch (ex-Snakebite) nos vocais. As boas performances do conjunto, aliadas ao carisma e ao difencial trazidos por Doro Pesch garantiram à banda um começo e assim passaram boa parte do ano de 1983 tocando no circuito de clubes alemães e vindo a construir uma forte legião de fãs. No final daquele ano gravam uma demo e assinam com a gravadora independente Mausoleum. Em novembro, já estavam em estúdio para a gravação do primeiro disco.
Burning The Witches sai no começo de 1984 é claro, Doro é o destaque neste grande disco!
Em 1985 vem Hellbound, segundo álbum da banda. E pode ser considerado um dos melhores. Abre de cara com a faixa título, uma porradaria (com direito a coro ao vivo e introdução de bateria) heavy oitentista muito inspirada em Judas Priest e vocais irados de Doro, muito mais agressivos do que ela faz hoje, embora ainda cante muito. Logo depois vinha o arregaço mais cadenciado de All Night, com o toque Hard Rock que viria a caracterizar parte do Warlock. O cd ainda traria clássicos como a speed Earthshaker Rock, a Saxoniana Wrathchild e a mais rockeira Out Of Control. Era de fato um cd matador. Uma banda competente, com guitarras poderosas e um baixo preciso e uma frontwoman que detonava nos vocais. Havia direito até a um climinha de terror na faixa Out of Control!
Em 1986, o Warlock começa a trabalhar no terceiro disco, contando mais uma vez com Henry Staroste na produção. Em agosto sai True As Steel. O grupo se apresenta no famoso Castle Donnington Monsters Of Rock, na Inglaterra. Doro acaba se tornando a primeira mulher a se apresentar no festival. Eles também produzem o primeiro video clipe para a faixa Fight For Rock.
Mudanças acontecem na formação, saem o guitarrista Peter Szigeti e o baixista Frank Rittel. Entram Tommy Bolan (guitarra) e Tommy Henriksen (baixo).
Em 1987, o Warlock entra no Powerstation Studios, em Nova Iorque, para gravar o quarto disco. Em setembro sai Triumph And Agony e em seguida a banda produz clipes para All We Are e Für Immer. Fazem uma turnê na Europa como banda de abertura do Dio. No ano seguinte, fazem a primeira turnê nos States, abrindo para o Megadeth. Mais mudanças na formação. Desta vez, saíram o baterista Michael Eurich e o guitarrista Niko Arvanitis, entrando Jon Devin na guitarra e o ex-Rainbow Bobby Rondinelli na bateria.
Com a formação original do Warlock totalmente modificada e o sucesso alcançado por Doro, que havia se tornado uma espécie de deusa do Heavy Metal, o conjunto resolve mudar de nome, desta vez denominando-se apenas de "Doro", encerrando as atividades do Warlock. Doro ainda reativou a banda algumas vezes para apresentações ao vivo, mas nenhum disco de inéditas foi lançado.
Doro merece toda o respeito do mundo do Metal, pois vocais femininos que hoje praticamente são uma febre nas bandas de metal, principalmente as bandas mais chegadas ao Gothic Metal, naquela época eram mais raras. Doro Pesch juntamente com bandas como Girlscholl e Runaways mostraram que mulher cantava heavy metal muito bem.


 Mausoleum Demo (Demo) (1983)

01 - Burning The Witches
02 - Iron Ladies
03 - Cry For A Rebel
04 - Watch Out

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 Burning The Witches (1984)

01 - Sign Of Satan
02 - After The Bomb
03 - Dark Fade
04 - Homicide Rocker
05 - Without You
06 - Metal Racer
07 - Burning The Witches
08 - Hateful Guy
09 - Holding Me

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 Hellbound (1985)

01 - Hellbound
02 - All Night
03 - Earthshaker Rock
04 - Wrathchild
05 - Down And Out
06 - Out Of Control
07 - Time To Die
08 - Shout It Out
09 - Catch My Heart

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 Your Hurt My Soul (On and On) (EP) (1985)

01 - You Hurt My Soul
02 - Turn It On
03 - Evil

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 True As Steel (1986)

01 - Mr. Gold
02 - Fight For Rock
03 - Love In The Danger Zone
04 - Speed Of Sound
05 - Midnite In China
06 - Vorwärts, All Right
07 - True As Steel
08 - Lady In A Rock'n'roll Hell
09 - Love Song
10 - Igloo On The Moon (Reckless)
11 - T.O.L.

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 Fight For Rock (EP) (1986)

01 - Fight For Rock
02 - Mr. Gold
03 - Midnite In China
04 - You Hurt My Soul (On And On)
05 - Turn It On
06 - Evil

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 Triumph and Agony (1987)

01 - All We Are
02 - Three Minute Warning
03 - I Rule The Ruins
04 - Kiss Of Death
05 - Make Time For Love
06 - East Meets West
07 - Touch Of Evil
08 - Metal Tango
09 - Cold Cold World
10 - Fur Immer

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 Doro & Warlock: Rare Diamonds (Compilation) (1991)

01 - All We Are
02 - Unholy Love
03 - Für Immer
04 - True As Steel
05 - Beyond The Trees
06 - East Meets West (Live)
07 - Rare Diamonds (Live)
08 - You Hurt My Soul
09 - Hellbound
10 - Burning The Witches
11 - Out Of Control
12 - A Whiter Shade Of Pale
13 - Without You
14 - Love Song

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 Earth Shaker Rock (Compilation) (1999)

01 - Burning The Witches
02 - Metal Racer
03 - Hellbound
04 - Earthshaker Rock
05 - Time To Die
06 - Love In The Danger Zone
07 - True As Steel
08 - All We Are
09 - Three Minute Warning
10 - I Rule This Ruins
11 - Metal Tango
12 - Fur Immer
13 - Hellraiser
14 - Angels With Dirty Faces
15 - Under The Gun
16 - Something Wicked This Way Comes

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Agathodaimon - Discografia Comentada

O Agathodaimon é um conjunto de Black Metal que surgiu em 1995 na Alemanha, criado por Sathonys (guitarra) e Mattias Rodig (bateria). Em seguida entraram para a banda o vocalista e tecladista Vlad Dracul e também Marko Thomas (baixo) e Hyperion (guitarra).
Com essa formação, a banda gravou duas demos: Carpe Noctem em 1996 e Near Dark em 1997, esta segunda com ajuda financeira da Century Media. Após uma ótima aceitação da demos, o conjunto optou por assinar com a gravadora Nuclear Blast e partiu para as gravações do primeiro disco, Blacken The Angel, porém um fato inusitado aconteceu: o vocalista Vlad Dracul foi visitar sua família na Romênia e ao tentar retornar para a Alemanha, foi impedido por problemas com a imigração. Com isso, o músico acabou participando do debut do conjunto apenas na faixa Contemplation Song. Para as demais, a banda utilizou músicos convidados, sendo eles: Akaias, vocalista da banda Asaru e Marcel Vampallens, tecladista da banda Nocte Obdcuta, da qual Sathonys e Mattias já haviam fazido parte.
O debut teve uma boa recepção da mídia e dos fãs, o que levou o conjunto para tocar em importamtes festivais, como o gigante Wacken Open Air.
Em 1999, veio o segundo disco, Higher Art of Rebellion e mais uma vez, houve uma mudança na formação. Marcel Vampallens, que estava na banda apenas de forma provisória, deixou-a vez e, em seu lugar, entrou a tecladista Christine Schulte. Para poder contar com os potentes vocais de Vlad, o conjunto se dirigiu para a Romênia e gravaram o disco por lá mesmo. Embora a produção do disco não tenha agradado os membros da banda, fato é que Higher Art Of Rebellion, definiu a sonoridade com o conjunto apresentaria dali em diante, com uma mistura de Black Metal, com progressivo e elementos góticos.
Ainda em 1999, Vlad Dracul se afastou permanentemente da banda e até 2014 foi baixista da banda Opera IX. Assim, Akaias se tornou membro oficial do conjunto.
Chapter III, terceiro disco do conjunto, lançado em 2001, com elementos melodiosos, partes ríspidas e rápidas do Black Metal e uma pitada de goticismo. A ideia era fazer algo totalmente diferente do que já havia sido experimentado pela banda antes e, por isso, até o processo de composição foi modificado. Eu considero esse o melhor disco do conjunto.
A partir de então, muitas pessoas passaram a considerar o Agathodaimon como sendo uma banda de Dark Metal, algo que veio a se confirmar com Serpent's Embrace de 2004, um disco apenas mediano, diante daquilo que a banda já havia apresentado.
Serpent's Embrace trouxe uma certa desconfiança sobre o que o Agathodaimon pode produzir. E a banda conseguiu se reerguer com Phoenix, que saiu em 2009. Disco que remonta ao Chapter III, embora não seja tão bom que ele. Ainda mais melódico, o conjunto nos remete atualmente a nome como Siebenbürgen, Graveworm e até mesmo Dimmu Borgir. Este trabalho apresentou ainda mudanças na formação, com a entrada de Till Ottinger (baixo). Sathonys agora é também o vocalista limpo do conjunto. Completam a formação atual do conjunto Mattias Rodig (bateria) e o tecladista Felix.
No caminho que se seguiu até o próximo álbum, mais mudanças aconteceram. O Agathodaimon assinou com a Massacre Records e mudou de formação, agora contando com Ashtrael no vocal gutural, Sathonys na guitarra e vocal limpo, Thilo Feucht na guitarra e teclados, Till Ottinger no baixo e Manuel Steitz nas baquetas. Essa foi a formação que lançou o excelente álbum "In Darkness", no ano de 2013.

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 Carpe Noctem (Demo) (1996)

01 - Intro (Quo Vadis, Peregrine)
02 - Sfintit Cu Ruoa Suferintii
03 - Dusk of An Infinite Shade
04 - In Umbra Timpului
05 - Tristetea Vehementa (Part I)
06 - Dies Irae
07 - Outro (When Night Is Falling)

 Near Dark (Demo) (1997)

01 - Stindaardul Blasfemiei
02 - Near Dark
03 - Noaptea Nefiintei
04 - Fin

 Tomb Sculptures (Demo Compilation) (1997)

01 - Tristetea Difuza
02 - Sfintit Cu Roua Suferintii
03 - Carpe Noctem
04 - In Umbra Timpului
05 - Dies Irae
06 - Stindaardul Blasfemiei
07 - Near Dark
08 - Noaptea Nefiintei
09 - Fin (Outro)

 Blacken The Angel (1998)

01 - Tristetea Vehementa
02 - Banner of Blasphemy
03 - Near Dark
04 - Ill of An Imaginary Guilt
05 - Noaptea Nefiintei (Die Nacht Des Unwesens)
06 - Contemplation Song
07 - Sfintit Cu Roua Suferintii
08 - Stingher - Alone
09 - After Dark
10 - Ribbons - Requiem

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 Higher Art of Rebellion (1999)

01 - Ne Cheama Pamintul
02 - Tongue of Thorns
03 - Glasul Artei Viitoare
04 - When She Is Mute
05 - A Death In It's Plenitude
06 - Body of Clay
07 - Novus Ordo Seclorum
08 - Back Into The Shadows
09 - Les Posedes
10 - Neovampirism
11 - Heavenss Coffin
12 - Ribbons - Requiem '99
13 - Body of Clay (Remixed Version)

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 Chapter III (2001)

01 - An Angel's Funeral
02 - Spirit Soldier
03 - Paradise Beyond
04 - The Ending of Our Yesterday
05 - Past Shadows
06 - Yesterday's Reprise
07 - Departure
08 - Sacred Divinity
09 - Burden of Time

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 Serpent's Embrace (2004)

01 - Cellos For The Insatiable
02 - Serpent's Embrace
03 - Rebirth
04 - Light Reborn
05 - Faded Years
06 - Solitude
07 - Limbs of A Stare
08 - The Darkness Inside
09 - Bitter End
10 - Feelings

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 Phoenix (2009)

01 - Heliopolis
02 - Devil's Deal
03 - Decline
04 - Ground Zero
05 - Ghost of A Soul
06 - Winterchild
07 - Time Is The Fire
08 - To Our Ashes
09 - Amongst The Vultures
10 - Oncoming Storm
11 - Throughout The Fields of Unshaded Grace
12 - Grey Whisper
13 - Alone In The Dark (Death Angel's Shadow)
14 - Alone In The Dark (Soundtrack Version)

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 In Darkness (2013)

01 - In Darkness (We Shall Be Reborn)
02 - I've Risen
03 - Favourite Sin
04 - Oceans of Black
05 - Adio
06 - Somewhere, Somewhere
07 - Dusk of An Infinite Shade
08 - Höllenfahrt der Selbsterkenntnis
09 - Adio (Acoustic Version) (Bonus Track)

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domingo, 18 de abril de 2010

Dragonland - Discografia Comentada

Infelizmente, informações sobre essa incrível banda são muito escassas, pelo menos nas minhas fontes. Essa é mais uma daquelas bandas que você conhece, ouve e pensa "mas como que eles não são famosos aqui?". De fato, o Dragonland merece muito reconhecimento!
A banda é originária de Gotemburgo, na Suécia. Foi formada em 1999 pelo vocalista Jonas Heidgert e o guitarrista Nicklas Magnusso. Posteriormente, participou do erguimento da banda o baixista Christer Pedersen. Logo, ingressaram à banda o guitarrista Daniel Kvist e o tecladista Elias Holmli. O vocalista Jonas Heidgert tomara conta das baquetas na época também. Com essa formação, em 2000, lançaram a demo "Storming Across Heaven". A demo obteve grande sucesso através de um site de divulgação de bandas B-side. Com isso, conseguiram uma gravadora.
Após a gravação da demo, o recém chegado guitarrista Daniel Kvist deixa a banda, cedendo lugar à Olof Mörck. Com essa nova mudança, e ainda o vocalista Jonas nas baquetas, lançaram seu debut no ano seguinte, 2001: o ótimo "The Battle of The Ivory Plains", que mostra uma banda realmente voltada para o Power Metal, e, àcima de qualquer coisa, uma banda promissora.
No ano seguinte, mais um álbum é lançado, outro ótimo álbum, intitulado "Holy War". Álbum mais ou menos no mesmo nível de seu antescessor, mas com um toque a mais de maturidade! A banda então manteve seu status de "banda promissora", e tava sendo muito bem aceita pela Europa e Japão.
Então, houve mudanças: Jonas Heidgert se concentra apenas nos vocais, e Jesse Lindskog entra para assumir as baquetas, escolhido através de um concurso promovido pela banda. Logo, a demora de dois anos para lançar seu próximo álbum é bem entendível. Em 2004, sai um álbum extremamente bem trabalhado e dedicado, o incrível "Starfall", onde até a capa é linda! Melodias envolventes, com atmosferas viajantes, doces vocais femininos de Elise Ryd (Amaranthe), entre muitas outras coisas positivas. Foi um sucesso.
Dois anos depois, em 2006, mais um fantástico álbum é lançado: Astronomy! Com temas cósmicos, canções com mais pesada, atmosfera mais "obscura", tudo incrível! Álbum espacial, que, pra mim, é o pico da banda! Indico começar por esse álbum ou o "Starfall".
Em 2011, surge mais um excelente disco, intitulado "Under The Grey Banner", que agradou bastante aos fãs da banda. Contudo, mantenho a minha preferência com seu antecessor.


 The Battle of The Ivory Plains (2001)

01 - Dragondawn
02 - Storming Across Heaven
03 - A Last Farewell
04 - Ride For Glory
05 - The Orcish March
06 - The Battle of The Ivory Plains
07 - Graveheart
08 - Rondo A La Turca
09 - A Secret Unveiled
10 - World's End
11 - Dragondusk

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 Holy War (2002)

01 - A Hundred Years Have Passed
02 - Majesty of The Mithril Mountains
03 - Through Elven Woods and Dwarven Mines
04 - Holy War
05 - Calm Before The Storm
06 - The Return To The Ivory Plains
07 - Forever Walking Alone
08 - Blazing Hate
09 - A Thousand Points of Light
10 - One With All (Outro)
11 - The Neverending Story (Limahl Cover)
12 - Allemande (Js Bach)
13 - So Many Questions (Instrumental)

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 Starfall (2004)

01 - As Madness Took Me
02 - Starfall
03 - Calling My Name
04 - In Perfect Harmony
05 - The Dream Seeker
06 - The Shores of Our Land
07 - The Returning
08 - To The End of The World
09 - The Book of Shadows Part I: A Story Yet Untold
10 - The Book of Shadows Part II: The Curse of Qa'a
11 - The Book of Shadows Part III: The Glendora Outbreak

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 Astronomy (2006)

01 - Supernova
02 - Cassiopeia
03 - Contact
04 - Astronomy
05 - Antimatter
06 - The Book of Shadows Part IV: The Scrolls of Geometria Divina
07 - Beethoven's Nightmare
08 - Too Late For Sorrow
09 - Direction (Perfection)
10 - The Old House On The Hill Chapter I: A Death In The Family
11 - The Old House On The Hill Chapter II: The Ring In The Cellar
12 - The Old House On The Hill Chapter III: The Ring of Edward Waldon
13 - Intuition (TNT Cover)
14 - The Last Word (Japanese Bonus Track)

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 Under The Grey Banner (2011)

01 - Ilmarion
02 - Shadow of The Mithril Mountains
03 - The Tempest
04 - A Thousand Towers White
05 - Fire and Brimstone
06 - The Black Mare
07 - Lady of Goldenwood
08 - Durnir's Forge
09 - The Trials of Mount Farnor
10 - Throne of Bones
11 - Under The Grey Banner
12 - Ivory Shores

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